terça-feira, 30 de agosto de 2011


Capitulo V Aventuras
Fui pra frente da minha casa por um estante a noite e vi Zay. Comecei a conversar com ele quando escuto uma musica clássica irritante. Era da minha vizinha Hana. Como posso descrever Hana? Era extremamente boazinha, e muito educada, não entendia. Eu fui ate ela e entreguei um CD de “Heavy metal”, a pintura dela havia começado a ficar um pouco agressiva após isso, estava gostando daquilo. Nos conversamos e eu acho um papel de wanted. Havia uma recompensa pela cabeça de um serial killer, era um trabalho para mim, assim que Angel chega nos partimos em uma aventura atrás desse bandido. Vamos para um dos meus refúgios secretos em busca de informação sobre o caso, vemos que as vitimas eram esfoladas vivas. Aperto um botão e uma parede abre revelando várias armas, não sei porque Zay desmaia e Angel me da um sermão, eu era mesmo diferente. Investigamos as casas de todas as vítimas e encontramos uma ligação entre elas, como já sabíamos o próximo passo do assassino vamos até a casa de uma moça que era o próximo alvo. Dormimos la a noite para protegermos a mulher. Acordo de manha e noto que a mulher estava morta no banheiro de uma forma horrenda. Não fizemos um bom trabalho.
Eu recebo um bilhete misterioso que era do meu ex-marido, não sei como ele tinha conseguido ficar imortal, rastreamos o seu paradeiro, ele estava em um templo no japão. Começamos a andar pelo templo e notamos sangue, jogo uma espada para Zay e aviso para eles se prepararem. Escutamos risadas e um exercito fantasmagórico nos ataca. Nós fugimos do templo e o serial killer me pega por trás, não o que da em Zay mas ele me salva. Eu tiro a máscara e notamos que era um velho que havíamos conhecido antes, mas ele estava me salvando. Eu desisto da aventura e vou pra casa.
Este foi o dia em que conheci a pessoa mais estranha do mundo,
Izaya Orihara, no começo eu achei que ele era uma garota, ele não gostou muito disso. Ele era um informante e era metade gato, eu nunca confiei nele. Eu fiquei um tempo sumida, sem ver as pessoas, acho que eu estava me decidindo se ficava ou se ia. Eu decidi ficar, aquela era uma ilha interessante. Quando eu vi o pessoal eles me contaram de um homem chamado Carlos que era extremamente poderoso e mal. Mas aparentemente ele tinha ficado assim por causa dos poderes que ele tinha, Melina era apaixonada por ele, mas ele namorava uma tal de Melissa. Também havia chegado um garoto da idade da Melina chamado Matt, ele era extremamente parecido com o astro boy, controlava os animais e também sabia voar, iria ter uma grande guerra, mesmo não sabendo direito a história eu aceitei ir, afinal sabia que eu seria útil.
Eu, Matt, Zay e Danilo, primo de Carlos, pesquisamos pra tentar achar o chefão mas não encontramos nada. Até que Izaya chegou.
-Hey, o que pega humanos?
Explicamos o que estávamos fazendo.
-E seu eu dissesse quem é o chefão?- Izaya diz sutilmente.
-O que?- Eu digo espantada.
Quem é Bóris?-Diz Matt
-Você sabe?-Diz Danilo
-É claro que eu devo saber. Eu sou um informante.-Izaya diz- E um informante não dá informações sem ter algo em troca. Vocês me dão algo de valor equivalente, e eu dou a informação. É assim que funciona.
Damos algumas moedas e chocolates a ele, eu dou um velho rubi que tinha pegado em uma ruína celta, achava que não tinha valor.
-Sankyu pelo pagamento. O "chefão" é alguém que não mora nesse mundo. Ele mora num submundo com coisas tão impressionantes quanto essas, ele mora no País das Maravilhas. Sim, como o de Alice. Ele apenas o reproduziu num lugar próximo daqui . Ah, e o "chefão" não é um homem, mas sim um ser que se diz a Rainha de Copas.
-Não acredito,que besteira :p- Diz matt
-Até parece que temos que ir ao Bairro dos Contos de Fada... temos?- Exclama Danilo
Eu não digo nada, simplesmente observo.
-Devo dizer que a tal chefona só está nesse mundo porque ela tem um objetivo, ela quer roubar a alma de vocês, que é o que aumenta as terras do mundo dele. Por isso está usando o Carlos. Ela quer destruir esse mundo para criar um só dela. -Diz Izaya.
Eu vou embora e volto depois, quando eles estão lutando com cartas. Lutamos com as cartas e a rainha, mas depois descobrimos que era tudo um plano do maldito Izaya.
-COMO ASSIM? VOCÊ NÃO É O CHEFÃO,O BORIS NOS ENGANOU?-Matt grita bravo.
-Ah SO PODE TA BRINCANDO COM A MINHA CARA!-Eu exclamo furiosa.
-Pera, vou me matar ali na árvore-Zay diz expressando nada.

Furiosos eu, Matt e Zay vamos atrás de Izaya, em busca de respostas.

Capitulo VI Como eles se conheceram...
Apos o que aconteceu com Mazda, ela fugiu sem que ninguém soubesse aonde ela estava a não ser o seu avô. Ela fugiu para muitos países, cidades, olhas e reinos. Em todos esses lugares ela ficou conhecida por muitos nomes, e também foi temida até mesmo pelos homens mais fortes. Mazda era na verdade alguém que você não gostaria de se meter.
Finalmente depois de muito tempo ela acava se vendo em uma pequena ilha chamada "O quadrado das sungas". Era um lugar pitoresco e cheio de magia, lá havia todo o tipo de pessoas que falavam as mais diversas línguas e que moravam em os mais diversos lugares. Ela achou legal ficar por la um tempo, ver se finalmente ela conseguria ter um lar. Assim que Mazda chegou ela escolheu um "O bairro das neves" para morar, afinal ela sempre foi acostumada com lugares frios. Ela comprou uma casa estilo Européia e guardou as suas coisas la.


[Mudando para a narração em primeira pessoa]


Assim que cheguei naquele lugar eu notei que era um lugar perfeito para aventuras, eu queria esquecer o trabalho por um tempo e focar mas em mim. Uma semana depois eu estava polindo algumas facas em casa quando vejo um jornal em cima da minha mesa.
-Hum...-Pego o jornal- Que tipo de festividades existem nesse lugar?
Leio que iria ter um show perto do café, escolho a minha melhor armadura, pego as minhas armas menos letáis e vou para, eu tinha decidido que iria me divertir um pouco. De repente um homen magricela e meio esquisito vem falar comigo.
-Você é timída?Notei que você é do tipo de gente que gosta de se vestir diferente!-Pegunta o cara estranho que se chama Zay.
Começo a conversar com e um drgão b«vem nos atacar, um anjo vem nos ajudar, após colocar ele pra corer ele vem falar conosco.
-Oi!Estão bem? O meu nome é Angel-Ele sorri e vai até o chão.
-Você é unjo? WTF?-Exclama Zay.
-Eu estou ótima!- Eu digo enquanto guardo a espada na cintura.
Conversamos e descubro que Zay era mais fraco que uma menininha e que Angel era extremamente religioso e muito na lei. Percebo que eles me estranham por ser....siferente. Uma menina aparentemente frágil chega do nada e fica me encarando, ela me pergunta quem somos e eu respondo:
-Bom aqui temos um policial fraco, um anjo divido e uma guerreira celta!-Sorrio.
-LOL-A menina chamada Tomoyo diz.
Após mais conversa decidimos que iríamos atrás do dragão até que uma Menina que parecia uma mága chega.
-Oi pessoas,sou Melina,amiga do Nimbus!-Sorri.
Convidamos ela para ir em busca do drgõa e ela aceita. Nos embarcamos em uma viagem épica atrás do Dragão e no final eu mato-o com a minha espada. Eu estava em parte feliz por estar com eles, afinal eu nunca tive amigos verdadeiros e eles, apresar de seem estranhos, pareciam ser legais.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Capitulo V Adeus...
Mazda estava correndo com seu cavalo pela escura e nebulosa floresta, ela não lembrou de outro lugar para fugir que não fosse a casa de seu avô, mas ela sabia que ele iria procurar por ela la. Ela para. “O que estou fazendo?” ela pensou, estava fugindo de Arthur como uma fora da lei, ela não tinha que fugir dele, ele não podia obrigar ela a nada. Mazda continua indo com o cavalo, mas se ela não queria vê-lo, porque estava tão triste? Era como um vazio, como se um pedaço dela havia sido arrancado. Ela amava Arthur demais, passaria o resto da vida dela com ele se pudesse mas ela não aguentava, não poderia passar por cima do seu orgulho por Arhur. Ela era infantil, e não sabia o que fazer, afinal era a primeira relação dela. E a verdade era que ela não confiava mais nele. Ela vai até a cabana de seu avô e explica a situação o avô diz a Mazda para tentar entender a situação, mas ela diz que ele não tinha falado nisso antes. Mazda pega uma armadura comida e algum dinheiro se despede do avô e vai embora. Mazda some na noite e vai parar em uma aldeia onde se hospeda em uma pousada, mas ela percebeu que o seu dinheiro era pouco. Ela não sabia o que fazer para ganhar dinheiro, poderia pedir para o avô mas ela queria ser independente, ela com certeza não venderia o seu corpo. Até que ela acha um papel no chão escrito “Procurado - Recompensa em moedas de ouro”, assim começou a carreira de Mazda.
Mazda sempre soube que a sua luta e esperteza serviria de alguma coisa algum dia, ela caçou o ladrão e o entregou a justiça, assim teve o dinheiro suficiente para ficar uma semana na aldeia. Depois disso ela volta, sem avisar ninguém, onde ela morava e espia a casa de Arthur de uma árvore. Ela vê Alana e Arthur conversando e sorrindo e vai embora chorando enquanto eles continuam conversando.
-Então quando será o casamento?-Arthur diz a Alana.
-Eu não sei...Malcon quer casar o mais rápido possível!-Ela diz sorrindo
-Eu não fazia ideia de que você tinha se apaixonado e veio só pra cancelar o nosso noivado...
-Eu sinto muito, eu não queria fazer a sua namorada fugir daquele jeito-Ela diz triste-Mas, porque você não disse pra ela...sobre nós?
-Eu não sei, acho que eu nem pensei nisso, parecia que o mundo parava quando eu estava com Mazda.
-Ela vai voltar eu sei....
Seria ótimo se Mazda tivesse ouvido pelo menos algumas palavras dessa conversa, mas ela não ouviu e ela não voltou.
Ludic escondido de Mazda presenteou os irmãos de Arthur com mais colares de imortalidade. Mesmo Ludic sabendo da verdade ele não disse nada para Mazda, não que ele quisesse o mal para Mazda, mas ele sabia do futuro e ele não podia interferir nele. Mazda após se despedir do avô foge pra longe. Ela diz adeus a sua antiga vida, a sua antiga casa e ao amor de sua vida. Ela entra em um barco e vai para onde o destino a levar.

Capitulo IV Juntos para sempre
Após Mazda e Arthur ficarem juntos parece que Mazda finalmente pode esquecer todo seu passado. Todos os dias eles continuaram se vendo, lutando e rindo, mas agora eles não tinham vergonha de olhar uma para o outro de uma maneira diferente. Mazda mesmo tímida não teve vergonha de Arthur em um sequer momento, ate mesmo quando entregou o seu corpo a ele. Eles brigavam muito mas mesmo assim não conseguiam terminar. Dois anos se passaram e eles continuaram juntos. Arthur que foi sempre observador notou que o cabelo de Mazda não crescia, que quando ela se cortava o machucado sarava rapidamente e que ela não envelhecia enquanto ele sim. Arthur tinha certeza que Mazda escondia muitos segredos, mas ele não se importava porque ele mesmo tinha os seus próprios.
Apos todo esse tempo de manha na casa de Arthur, Mazda estava dormindo enquanto Arthur a observava ate que ele viu o colar de Mazda que estava brilhando. Arthur tirou o colar de Mazda para ver o que era. No mesmo instante os cabelos de Mazda se tornaram maiores enquanto as cicatrizes de seus machucados retornaram e sua pele envelheceu. Quando Arthur vira para por o colar de volta em Mazda ele toma um susto e acorda Mazda.
-Ah! O que foi...-Mazda poe a mão nos cabelos que cresceram e nota que sua pele estava mais velha, Mazda grita enquanto Arthur a olha chocado- Você tirou o meu colar?
-O que aconteceu com o seu cabelo? E porque está mais velha? O que tem nesse colar?-Arthur diz desesperado entregando o colar para Mazda.
-É...-Mazda poe o colar de volta-...é uma longa historia.
Mazda explica tudo sobre o colar para Arthur, ela conta que pôs ele um dia antes de se conhecerem. Arthur começa a mexer em seu cabelo.
-Eu sempre quis ver você de cabelo comprido!-Ele diz sorrindo e a beija.
No outro dia eles vão a casa de Ludic, ele da um colar a Arthur que não fala nada para os pais porque não quer preocupá-los. Mazda e Arthur agora tinham decidido ficar juntos pela eternidade. Mas nem tudo saiu como planejado. Arthur estava sentado na sala de sua casa lendo um livro quando o seu pai chega.
-Você e Mazda...passam bastante tempo juntos.
-Não se preocupe eu sempre serei seu filho-Arthur diz rindo enquanto seu pai o olha com cara feia- Certo...- Ele fecha o livro- O que foi?
-Você lembra de Alana? A mulher a quem você prometeu se casar quando tinha nove anos?-A expressão de Arthur muda rapidamente.
-Pai, isso foi ha tantos anos, ela com certeza já...-Arthur e interrompido por seu pai.
-Eu recebi uma carta hoje, ela virá na próxima semana visitar seu futuro marido.
-Eu não pretendo deixar Mazda, quero passar o resto da minha com ela.-Arthur levanta.
-Eu entendo, mas uma promessa é uma divida.-Edgard se levanta e da um tapinha no ombro de Arthur- Sei que fará a coisa certa filho.-Edgard sai.
Arthur nada diz, ele olha para o seu quarto onde Mazda está. Arthur vai ate la e a vê lendo um livro. Ele se senta na cama, Mazda sorri pra ele mas o seu sorriso logo some.
-O que houve-Ela pergunta preocupada preocupada.
-Eu estava pensando...-Ele pega em sua mão- Porque não fugimos?-Mazda olha para ele confusa mas rindo.
-Porque? Somos felizes aqui, estamos perto de nossas famílias, estamos seguros.
-Nos temos que fugir hoje-Arthur diz sério- Ou não poderemos ficar juntos.
-Porque não? Aconteceu alguma coisa? Por favor me diga...-Ela chega mais perto.
-Eu...
-Não confia em mim?-Ela pergunta pressionando-o ate que ele diz:
-Eu estou prometido a outra-Arthur diz desgostoso.
-Você o que?- Ela diz confusa
-Foi há muitos anos atrás, eu conheci uma menina chamada Alana e os meus pais me disseram que eu tinha que me casar com ela e...-Ele olha para baixo-...eu disse que sim.
Mazda levanta da cama e vai até a janela com a mão na boca.
-Então é assim-Ela vira devagar séria- Você mentiu pra mim, me usou...estou começando a duvidar do seu amor...
-Eu sempre te amei!-Arthur diz zangado- Nunca mais diga isso.
Mazda levanta a cabeça e olha para Arthur com os olhos vazios.
-Eu te amo, mas não suporto mentiras e não confio mais em você, espero que seja feliz.
-Não diga isso...-Arthur diz triste.
-Adeus...-Mazda pula da janela não muito alta.
Mazda cai no chão sem se machucar e vai até o seu cavalo, ela cavalga desesperada pela floresta querendo fugir de tudo e de todos. Ela ouve muitas vezes Arthur gritando o seu nome, mas ela ignora, ela não podia ve-lo novamente, nunca mais.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011


        Capitulo III Coragem
A cada dia Arthur e Mazda se viam mais frequentemente, eles conversavam, riam e lutavam. Mazda gostava de passar o tempo com ele porque ele era muito parecido com ela, Mazda gostava de ignorar o ditado “os opostos se atraem”. Mas mesmo sendo muito resevada gostava de se abrir pra ele, contar de seus sonhos e desejos. Mas Mazda nunca conta sobre o seu passado, não que ela não confiasse nele mas ela era uma mulher extremamente reservada. Mazda descobriu um coração doçe por trás do rabugento Arthur, e isso fez com que ela tivesse um carinho maior por ele a cada dia.
Os dois passavam horas juntos sem fazer absolutamente nada, eles cantavam cantigas, falavam sobre lutas e Mazda simplesmente amava ouvir sobre as aventuras de Arthur, ela achava meio impossovel metade das coisas que ele dizia saber fazer mas ela não se importava. Um dia Mazda estava deitada em sua cama a luz do luar pensando em Arthur, ela levantou com um pulo. "Não, isso não pode estar acontecendo será que é aquela coisa de que todos falam? amor?" Mazda sempre foi corajosa e não se importava em gostar de algém. Mazda simplesmente disse a ela mesma "Merda, eu amo Arthur". Dos dias em diantes Mazda começou a agir estranho perto de Arthur, seu coração batia muito foretemente e ela ficava um pouco vermelha quando ela a tocava.
-O que a de errado?-Arthur pegunta franzindo a testa.
-Ah...nada. Porque pergunta?-Mazda diz olhando pro chão.
Arthur se aproxima.
-Bom...-Ele fica bem perto de Mazda que olha pra baixo- Você fala comigo como se eu fosse um estranho, você receia em me tocar e...-Ele põe a mão em seu queixo e levanta seu rosto lentamente-...e você não me olha nos olhos.-Arthur diz calmamente.
Mazda fica extremamente vermelha e Arthur nota. Mazda sai rapidamente de perto de Arthur.
-Bom, eu preciso voltar antes do Sol se por adeus!-Mazda diz eufórica enquanto sobe no cavalo conrrendo.
Ela foge enquanto Arthur a observa de longe pensativo. Mazda chega em casa, desce do cavalo e passa pelo avô correndo.
-O minha filha, que bom que você veio, eu já terminei o...-Mazda passa por ele correndo ignorando-o-...jantar?
Mazda vai para o quarto e diz para o avô não a pertubar, ela deita em sua cama e pensa.
"Porque eu tive que amar ele, porque? Estavamos felizes simplesmente sendo amigos, não precisavámos ter algo mais, ele não gosta de mim desse jeito e nem quero que goste. Eu queria voltar no tempo e nunca te-lo conhecido. Não, não posso dizer isso, ele foi a melhor coisa que já me aconteceu."
Mazda começa a chorar e por fim dorme. No outro dia ela acorda cedo e fica olhando para a janela e pensando, depois vai para baixo e come o café da manha que o seu avô havia feito. O avô de Mazda não comentou nada e nem fez peguntas, era um das coisas que ela gostava em nele, ele sempre deixava ela cuidar de seus próprios probelmas. Mazda pasa o dia treinando com raiva, ela golpea o boneco com tanto ódio que acabou quebrando-o. Ela vai pro quarto no fim da tarde e fica lá. A noite, não muito tarde uma grande ágia marrom entra no quarto de mazda, ela assustada pega uma faca mas depois percebe que a ágia tinha um pequeno pergaminho em seu pé. Ela le: "Mazda, me encontre na floresta agora. Arthur." Seu corpo gela.
Porque ele quer me ver?-Mazda diz brava.
Ela pega a sua capa e vai para a floresta à cavalo. Na floresta escura e nebulosa ela começa a andar devagar com o seu cavalo até que vê uma luz saindo de uma clareira. Ela desce do cavalo e vai na espreita até lá, ela ve Arthur sentado em uma pedra. Depois de três minutos ela finalmente toma coragem e vai até lá. Ela caminha devagar e para atrás de Arthur.
-Eu...-Ela para um minuto para pensar no que dizer-...estou aqui.
Arthur se assusta e vira rapidamente ele levanta e chega um pouco perto de Mazda.
-Mazda, eu estou aqui pra dizer que aquilo que aconteceu ontem foi muito...estranho-Ele diz calmamente enquanto Mazda olha pra baixo- Mas, me ajudou a entender algo...olhe pra mim por favor.
Mazda olha para Arthur com os seus grandes olhos castanhos enquanto ele chega mais perto e diz.
-Eu notei que...-Arthur olha pra baixo com a testa franzida e volta a olhar para Mazda-...te amo.
Mazda cobre a boca com ambas mãos e arregala os olhos, seu coração não poderia estar mais acelerado.
-Eu compreendo se você não corresponder aos meus sentimentos-Ele se aproxima muito de Mazda que ainda está com as mãos na boca- Mas então, me deixe ao menos provar algo que nunca terei.
Arthur põe a mão na nuca de Mazda e a beija delicadamente, Mazda o abraça e corresponde ao beijo, ela olha muito terna para Arthur que está com a testa franzida.
-É impossivel não amar você.
Eles se beijam novamente, Mazda não poderia estar mais feliz.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


        Capitulo II Emoções
Mazda dormiu bem naquela noite, a comicação dela com aquela familia obviamente havia feito bem a ela, mesmo que Arthur não tivesse gostado dela. Mazda infelizmente estava se sentindo culpada porque no fundo ela achava aquele homem atraente. Ela simplesmente ignorou o sentimento. No proximo dia ela acordou cedo e foi caminhar, como estava chovendo ela foi com uma capa e um pano cobrindo boa parte de seu rosto. Mazda estava andando quando de repente ouviu passos de cavalo, ela se escondeu atrás de uma arvore e ficou ouvindo o galope do cavalo se aproximar. O barulho parou e ela só começou a ouvir passos chegando perto dela quando de repente uma espada tenta golpear o seu pescoço. Ela, que sempre foi bem treinada e nunca saia de casa sem a sua espada, não teve medo de se defender ao invéz de fugir. Muito pelo contrário ela toda a sua vida esperava por um desafio de verdade. Mazda pega a sua espada e começa a lutar com o desconhecio, que tambem estava coberto por uma capa. No meio da chuva em uma clareira ela lutava bravamente com o homem muito maior do que ela. Ela consegiu sem dificuldade fugir de todos os golpes, mas também conseguiu golpea-lo. Por fim após uma rapida luta Mazda faz um rapido movimento com o pé derrubando o homen no chão. Ela põe o pé em cima do peito do homen e brava pergunta:
-Quem é você?-O homen nada diz- Quem é você? E porque tentou me matar?-Mazda diz mais fortemente apontando a espada no homen.
-Calma, calma...-O homen diz com as mão pra cima- O meu nome é Arthur e...
Mazda tira o pé de cima dele e revela o seu rosto.
-Você...?-O homen olha pra ela e levanta rapidamente.
-Eu não acredito que foi você quem me derrotou!-Mazda olha pra ele furiosa.
-O que quer dizer com isso?
-Quero dizer que foi sorte uma menina fraca como você me fazer escorregar na lama!-Ele diz olhando-a de cima.
-Se eu quisesse poderia mata-lo!
-Matar quem te salvou?-Ele diz em seu rosto.
Mazda vira-se e guarda a espada.
-Me desculpe, eu não irei ataca-lo de novo.-Mazda diz calmamente.
-Bem..., não foi isso que eu quis dizer.
-Eu sei, com liçenca o meu avô ja deve estar preocupado.-Mazda começa a andar quando Arthur segura em seu braço.
-Espere!-Ele solta seu braço- Eu e minha familia gostariamos que você nos desse a horra de jantar conosco hoje!-Mazda olha pra Arthur.
-Por que?
-Você não quer comer com a gene?-Arthur pergunta impaciente.
-Ahn...claro!
-Certo então nos veremos a noite!-Arthur diz firmemente enquanto sobe no cavalo. Ele olha uma ultima vez para Mazda e vai embora.
-Ãh...então adeus.-Mazda diz para o nada e caminha de volta pra casa.
Em casa Mazda toma banho e coloca um lindo vesido azul e avisa ao avô aonde está indo. Mazda vai a cavalo até a casa e chegando lá ela entra pela porta onde novamente milhões de abraços e perguntas ocorrem, menos de uma pessoa. A familia de Arthur era costiuida por seis pessoas, o pai chamado Edgard um homem bondoso e honrrado que sempre fazia brincadeiras, a mãe chamada Odete uma curandeira bondosa e de grande coração; e os quatro irmão, Arthur de vite e seis anos, Vougan de vinte e três anos, Owen de vinte anos e Arwen de dezoito anos. Mazda nunca comia muito, mas uma familia cheia de homens fortes e saudaveis com certeza a obrigaria comer muito. Mazda comeu tanto que nem conseguia pensar direito, no fim Arthur levou ela no calavo e no caminho ficaram conversando.
-Eu agradeço muito pelo jantar.-Mazda diz docemente.
-Sim, parece que você...comeu bastante-Arthur diz rindo.
-Mas...vocês que me obrigaram...
-Calma, não precisa se deseperar, foi uma brincadeira. Sabe? Rir?-Arthur diz sorrindo. Mazda  vira a cabeça seria. E começa a brincar com uma faquinha.
-Hum, você é muito boa com a luta, se você quiser eu posso te ensinar alguns movimentos...-Antes que Arthur pudesse terminar a frase Mazda diz feliz.
-Eu adoraria, assim eu posso te dar uma surra de novo- Mazda sorri-Vê? Eu sei o que é humor- Ela diz orgulhosa de si mesma.
Arthur ri. Eles chegam na casa.
-Bom então...eu te vejo amanha?- Arthur pergunta sério.
-Claro amanha bem cedo eu passarei na sua casa-Mazda diz sorrindo. Eles se olham por um tempo e depois se despedem.
Mazda ao chegar em casa de depara com o avo que estava sentado em uma cadeira polindo facas e esperando por ela. Ele sorri e diz.
-Eu vi!
-Viu o que?-Mazda responde erguendo a cabeça.
-Hahaha, nada...agora va dormir minha filha-Ludic sorri.
Mazda tenta dormir mas não consegue por isso vai para fora para fazer pequenas estrelas surgirem com magia. Ela gostava de ficar no telhaodo a noite. Ela ficava pensando como conversar com uma pessoa que não fosse o seu avô era ótimo, mesmo que fossem pessoas que ela nem conhecia direito. Ela por fim decide dormir pois lembrou que amanha ela iria lutar com Arthur, mesmo ele a subestimando, uma coisa que Mazda odiava. Ela dorme e acorda assim que o Sol nasce. Quando ela acorda ela põe uma armadura simples em um saco e sobe no cavalo vestindo uma calça, mesmo não sendo uma coisa comum mulheres usarem calças. Ela chega e ve Athur com uma espada sozinho esperando por ela.
-O que você tráz no saco?-Arthur pergunta curiosamente.
-A minha armadura!
-Ótimo, pois aqui só existem armaduras masculinas-Ele diz sorrindo-Está usando calça?-Mazda desce do cavalo.
-Estou! É melhor para cavalgar e lutar, porque?-Mazda pergunta fortemente.
-Nada...só que eu não sabia que existia uma mulher tão corajosa e extraordinária quanto você.-Arthur diz calmamente.
Mazda olha para ele sem fala, e não consegue pensar em o que dizer, nem mesmo um obrigado.
-Bom...vamos, quero ver se você realmente sabe lutar!-Ele ri enquanto Mazda o segue.
Mazda chega em um lindo campo, onde os irmão de Arthur estavam treinando. Assim que Mazda chegou foi atropelada por eles que a abraçaram e a comprimentaram felizes. Mesmo se sentindo desconfortavel Mazda gostava daquela familía. Arthur comandou, era uma das coisas boas de ser o irmão mais velho, que seus irmãos saissem para Mazda treinar. Os dois começaram a treinar calmamente com espadas de madeira. Mazda era boa em luta para uma mulher pois desde pequena já treinava com o avô. Mazda derrubou Arthur algumas vezes mas ela foi derrubada muito mais veses. Mazda cai e deita no chão com o braço em seu rosto.
-Você não pode se virar muito, isso torna as suas costas vuneraveis.-Arthur diz estendendo a sua mão.
-Sim, eu vou tentar me lembrar disso-Mazda diz segurando na mão dele rindo.
-Aqui, eu vou te mostrar-Arthur puxa Mazda pela cintura e começa a mover os braços dela segurando a espada em sua mão- Quando for atacar não mova o ombro junto com a sua espada, somente a cintura-Ele move a sua cintura para o lado.
-Certo eu vou...-Mazda olha para Arthur que está bem proximo do seu rosto-...tentar de novo...
Arthur solta Mazda e aponta a espada de madeira a ela.
-Pode atacar!-Mazda diz confiante.
Arthur ataca e no contra ataque Mazda faz errado e de novo é golpeada na cintura.
-Você não aprende nada?-Ele diz bravo estendendo a mão novamente.
Mazda vira no chão passando uma de suas pernas em baixo dos pés de Arthur fazendo-o cair.
-Parece que você também não aprendeu muito com a nossa primeira luta!-Mazda ri.
-Golpe sujo!-Arthur puxa a perna de Mazda e procura a sua espada.
-Nos seus sonhos!-mazda pega a sua espada e se defende de Arthur.
Os dois começas a rir e lutar, eles golpeam e chutam, usando golpes limpos e sujos. Arthur ataca Mazda que contra ataca perfeitamente, Athur se distrai com Mazda e é derrubado. Mazda senta em cima de Arthur.
-Eu aprendi que você que você luta como uma mulher-Mazda diz com um sorriso zombeteiro.
-Eu tenho que me lembrar que você é cheia de truques!-Arthur diz sorrindo-Pode por gentileza sair de cima de mim?
Mazda levanta rindo e estende a mão para Arthur que levanta sozinho.
-Eu não sou uma donzela indefesa-Arthur diz orgulhosamente. Mazda empurra-o- Sua...volte aqui!-Mazda sai correndo e Arthur vai atrás.
Mazda e Arthur, após uma perseguição infantil, vão caminhar em um bosque onde eles se conhecem melhor. Mazda, como é reservada, não conta nada sobre o que aconteceu com ela no seu passado pois mesmo achando Arthur uma boa pessoa ainda não confiava nele. Quando o dia acaba Arthur leva Mazda pra casa em seu cavalo preto e a deixa na porta de casa com um simples “adeus”. Mazda entra toma banho e deita em sua cama com um sorriso bobo na cara. Ela dorme pensando no dia que teve e acorda com o mesmo pensamento, ela não sabia o que estava acontecendo e não sabia se Arthur estava do mesmo jeito, a única coisa que ela sabia é que queria estar perto dele.

terça-feira, 9 de agosto de 2011


Capitulo I-Comunicação
Dez anos depois...
Mazda sempre teve o mau costume de acordar tarde mas naquele dia ela havia madrugado. Treinando entre as arvore mazda corta e golpeia com uma espada de madeira um boneco grande de madeira.
-Mazda, treinando tão cedo?
-Ora essa avô, já são quase nove e meia da manha!- Mazda diz sorrindo e virando-se para golpear mais uma vez um boneco soltando um grito de guerra.
-Eu nunca vejo você acordando cedo é quase um milagre. A quanto tempo está ai?- Ludic pergunta tirando a espada de Mazda a ecolocando as mão no seu ombro.
-Desde- Mazda conta as horas no dedo- Dede a seis da manha!
-Por Odin, e o que você comeu nesse meio tempo?
-Bebi água e comi uma maça!-Mazda olha para o avô que parece preocupado.
-Entre minha filha, eu irei fazer comida de verdad para você!-Ludic guia Mazda até a cozinha onde ela come um bom pedaço de carne.
Mazda sempre foi contra comer carne pois achava que todos os animais deveriam ser livres para viver. Após a sua fuga onde ela poderia passar dias sem comer ela viu que carne era necessário, e após isto ela precisou pois havia se tornado uamguerreira.
-Bom agora venha comigo que eu quero te mostrar algo!- O avô leva Mazda vendada até os fundos da cabana.
Qaundo Mazda tira a venda ela avista um lindo e forte cavalo preto.
-Que lindo, é novo?-Diz Mazda acariciando a cabeça do cavalo.
É seu!-Ludic ri.
-Meu?! Eu amei, qual é o nome dele?- Diz Mazda abraçando o cavalo.
-Espartacus, ele já tem o cordão da imortalidade e por falar nisso-Ludic tira um lindo colar vermelho de seu bolso-Eu fiz esse para você e lembre-se quando você tirar-lo a dua verdadeira idade se revelará!
Mazda pega o cordão com carinho e o pôe carinhosamente em volta de seu pescoso. Um brilho branco e forte fez com que os seus cabelos dançassem e com que os seus olhos brilhassem. Ludic diz satisfeito:
-Bom, você parou no tempo, mas sempre que quiser envelecer você pode tira-lo.
Mazda olha para o avô com um imenso carinho e o abraça fortemente.
-Obrigado por cuidar de mim!
-Não tem de que minha filha.
Mazda sobe no cavalo e sai para dar uma volta. Ela anda até um riacho e toma banho nele. Ela se seca quando começa a escurecer e volta pra casa com algumas frutas. Ela toma um banho de banheira e vai dormir. No outro dia Mazda, acorda ao meio dia, seu avô assim que a ve obriga-a a comer alguma coisa e depois deixa ela ir passear.
Mazda sempre gostou de passear e de andar a cavalo diferente das outras mulheres de sua idade que ficavam o dia inteiro bordando, pintando ou simplesmente fofocando sobre a vida dos outros. De qualquer forma mesmo que Mazda quisesse fazer isso não poderia porque a sua vida de fuga sempre a obrigava a largar amigos. Depois das coisas que Mazda passou quando criança ela ficou traumatizada, e ficou com medo de ter qualquer experiencia com homns. Mazda se achava bonita, mesmo não tendo noção de beleza e seolhava no espelho e gostava de seu rosto e de seu corpo. Mazda tinha a pele branca como leite, olhos casatnho amarelados e os cabelos casatnho avermelhado. Mazda nunca havia estado com um homen desde pequena, pra falar a verdade o único homen que Mazda realmente confiava era o seu avô.
Mazda sai para passear sozinha mas desta vez a pé. Ela gostava de correr entre a floresta pois ela se sentia livre, não que o seu avô a prendia mas ela sentia-se bem sabendo ue poderia corree por ai sem qualquer preocupação. Ela estava andadando tranquilamente em uma trilha por entre um bosque quando acidentalmente ela cai em um buraco grande. Ela machuca a anca e percebe que era uma antiga armadilha para ursos. Após varias e varias tentavidas de fuga escalando ela percebe que o buraco era muito fundo para subir por ele. Ela então começa a gritar deseperadamente por ajuda sem resultado. Ela fica duas horas presa no buraco e não consegue comunicar-se com o seu avo, com certeza era um buraco a prova de magia. Ela grita e grita até a sua vóz ficar rouca. Começa a escurecer e ela continua lá. Depois de um tempo ela começa a escutar latidos de cahorros e pessoas conversando até conseguir finalmente distinguir as frases. “Vamos garoto, tem certeza que é aqui, parece que ninguém anda por essa estrada à anos...” era uma voz grossa mas ao mesmo tempo de um jovem de 23 anos. De repente uma outra voz de um homen mais velho “Meu cachorro sabe bem onde fareja, eu tenho certeza que a nossa armadilha pegou algo”. Assim que ela ouviu isso começou a gritar desesperadamente que estava no buraco até que finlmente uma mão junto com um rosto palido de um homen se esticaram para Mazda. Ela sobe com a ajuda do homen que pergunta o que havia acontecido e como ela tinha se metido naquiele buraco. Ela xplica tudo e por fim desamaia.
No outro dia ela acorda em seu quarto, se levanta com dificuldade e vai até o seu avô.
-O minha filha oq eu fases fora da cama?
-Avô o que houve?
-Eu é que pergunto, só sei que ontem quatro fortes homens trasem a minha menina desmaiada para casa e diz que ela estava presa em um buraco!
Mazda senta-se em uma cadeira gemendo dor.
-É uma longa história!-Ela dia para o seu avô e a olha brava.
Alguem bate na porta , avo atende.
-É pra você!-O avô diz monotamente.
Antes mesmo de Mazda se quer pensar em uma resposta uatro homens e uma mulher de idade entram na casa sem qualquer ceriomonia atropelando o avô e quebrando coisas. Todos ele começam a sufocar Mazda e a mulher começa a inspecionar e a dar um umas ervas e uns remedios. Todos perguntando se ela estava bem menos um que estava do lado de fora. Mazda após muitos “sim eu estou bem” e “ não, eu não quebrei nada” consegue finalmente ir para fora enquanto os outros estavam sufocando seu avô. Mazda vai para a frente da casa e tropeça ao sair quando o homen parado em frente a casa segura a sua mão empedindo a de cair.
-Ah...obrigado!
-Sim. Preciso manter a minha fmilia longe de mais preocupação.-O homen começa a inpecionar Mazda de cima a baixo.-Hum, você não parece tão machucada, nem sei porque meu pai nos obrigou a vir aqui!
-Eu não sabia que era um fardo tão pesado!-Mazda diz furiosa dando um passo para trás.
Ele olha para Mazda e vira-se como nem a tivesse ouvido. Após ter visto o seu rosto ela reconhece que tinha sido ele que havia puxado ela do buraco.
-Eu posso ao menos saber o nome do meu salvador?
-Arthur, e não pense que é especial a minha familia foi sempre assim hospitaleira...-O homen é interrompido por um puchão de orelha de sua mãe.
-Menino chato-Ela vira para Mazda e põe as mão em seu rosto-Não ligue para ele mocinha nós estamos aqui porque a culpa é dos meus selvagens filhos!-E olha novamente para o filho que estava com a mão em sua orelha.Mazda ri.
Eles se despedem e dão o indereço de sua casa enquanto vão. O avô de Mazda volta com uma cesta cheia de ervas e remedios com cara de limão azedo.
-Parece que eles gostaram de você!
-O que posso fazer? Sou linda mesmo!-Mazda sai rindo do avô.


Introdução

Muitas histórias tem como o personagem prinicipal uma pessoa bondosa, pura, que nunca faria mal ninguém e que sempre faz de tudo para fazer a coisa certa no final. Não é este o caso. Mazda é uma mocinha, se assim posso chama-la, um tanto quanto diferente das outras.
A nossa história começa a muitos anos atrás, na época dos celtas que tinham Deuses e tradições. Em um pequeno e feliz reino ao norte da irlanda, um rei e uma rainha viviam felizes com todos os seus cinco filhos. Mazda era filha de de nobres .Logo, depois que ela nasceu ja era prometida a um homen, um lindo e puro jovem. Mas os anos foram se passando e toda a pureza que havia no coração do homen...sumiu. Quando ela completou doze anos os seus pai receberam a visita do mesmo homem, ele insistiu que Mazda fosse dele naquele instante. Os pais não criaram caso, mas pediram que ele respeitasse a sua virgindade até os dezoito anos. Na noite daquele mesmo dia ocorreu o pior dia de Mazda, o homen violou a sua pureza e a agrediu sem o minimo de respeito. A garota sendo muito solitária não tinha ninguém a quem recorrer, somente o avô. O avõ de Mazda era um poderoso bruxo que a amava como uma filha e desde pequena ele a ensinara vários tipos de magias como de invisibilidade, leitura de mente e telepatia. Ela usou ba sua teleptia com o seu avô e contou a ele o que havia acontecido. O avô que foi sempre muito protetor disse que ela tinha duas escolhas; viva com esse homen para o resto de sua vida ou fuga com o seu avô para a floresta e de as costas para todos para sempre. Não foi uma escolha muito dificil para Mazda.
Ao cair da noite Mazda fugiu do seu quarto enquanto o seu marido estava bebado e foi ao encontro de seu avo. Eles fugiram em um cavalo e foram viver em uma cabana na floresta. A sua nova vida fora ótima, ela tinha tudo o que sempre tinha sonhado. Alguns meses se passaram e veio a terrivel notícia, Mazda havia engravidado. Mazda, agora com treze anos, deu a luz a um lindo e saudavel menino, mas eles como viviam sempre fugindo e se escondendo não podiam cuidar da criança. Ela o deu para uma familia de camponeses que viviam na aldeia, depois de dar um cordão especial que o tornava imortal e uma carta escrita em sinais que somente ele poderia ler. Mazda foi crescendo com o seu avô na floresta e mesmo com um passado obscuro ela era feliz.